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quinta-feira, 3 de junho de 2010

Dia do Amigo


Amanhã tem "Dia do amigo" no escritório.


O dia do amigo é , nada mais nada menos, que o dia escolhido para os colegas levarem aquilo que tem em casa e não querem mais, para trocar por alguma coisa que outro colega pode ter em casa e também quer se desfazer.


É claro que é necessário estabelecer um tema para as trocas, como por exemplo: roupas, sapatos, cosméticos, cds, etc... para não complicar na hora de concretizar o 'negócio'. Mesmo assim ainda podemos ter problemas na hora de estabelecer as equivalências como "o meu batom da Natura vale mais que o seu hidratante da Avon..." etc, mas aí entra o bom senso!


A ideia surgiu quando, ao encomendar um cosmético pela tele-vendas, fui interpelada por uma colega: "Eu tenho um desses novinho em casa e não vou usar mais, posso te dar o meu!". Ao mesmo tempo em que pensei "que ótimo!", me peguei lembrando da quantidade de coisas que EU guardo em casa, sabendo que não vou usar.


Coisas boas que ficamos sem saber pra quem dar ou o que fazer com elas como xampus novinhos, esmaltes usados apenas uma vez, cremes que pagamos caro e não gostamos do cheiro, enfim, quem nunca fez uma compra por catálogo e odiou o produto recebido ???


Dificilmente você poderá dar de presente ou trocar na loja um produto aberto e usado, mesmo que tenha sido uma única vez. Nesses momentos olhe em volta e sugira uma troca, quem sabe aquilo que você tem encalhado em casa não é exatamente o que seu colega procura?

domingo, 17 de janeiro de 2010

Quem não tem telhado de vidro?

Luz...

Palavrinha simples essa visto que está normalmente ao alcance das mãos: basta clicar no interruptor.


No entanto, só nos damos conta da real importância dela quando ficamos no escuro, sem alternativas senão a velha e boa luz de velas ou pior, quando percebemos os impactos que hidrelétricas/termelétricas/usinas nucleares (responsáveis pela geração de energia no Brasil) podem fazer no meio ambiente para possibilitar que tenhamos à nossa disposição, 24 horas por dia, energia elétrica.


Bom, este post não propõe um retorno aos tempos do lampião tampouco a negação do conforto que a energia elétrica nos proporciona hoje como ar condicionado, microondas, televisão, rádio, etc... trata-se apenas de uma dica - singela - de economia.


Sim, porque parece que enquanto não apertar no bolso o brasileiro não se convence que alguns recursos naturais são finitos e devem ser usados com racionalidade... mas bem, divido aqui com vocês minha experiência de uso racional da energia.


Essa é a minha casa na praia, com seu pé direito duplo e todos os prós e contras do mesmo. Parece mentira mas passaram-se 20 anos até que nos déssemos conta de que a luz que era produzida as custas de 6 lâmpadas incandescentes poderia vir de graça, do céu!

No momento em que o telhado precisou ser trocado, seis telhas opacas de cimento deram lugar a seis telhas translúcidas que possibilitaram uma iluminação inédita na sala. O lustre que, antes era imprescindível, tornou-se apenas um elemento decorativo.

Uma ação simples, de baixo custo e grande resultado... ao alcance das mãos!

domingo, 30 de agosto de 2009

Fonte ecológica

Acho que todo mundo tem uma ideia de como é caro um cartucho de tinta, não?
Eu confesso que tinha uma noção, mas fiquei impressionada com o comparativo abaixo - que recebi por e-mail.

Um Cartucho HP, com míseros 10ml de tinta custa entre 70 e 80 reais, certo? Isso dá 8 reais por mililitro... só a título de comparação, Champagne Veuve Clicquot City Travelle custa por mililitro aproximadamente um real (oito vezes menos)!
Fazendo as contas (assim por cima) com o valor gasto por um litro do precioso líquido de tinta podemos comprar aproximadamente:
- 300gr de OURO;
- 3 TVs de Plasma de 42;
- 45 impressoras que utilizam este cartucho;
- 4 notebooks;
- 8 Micros Intel com 256 MB
- entre tantas outras coisas!

Então, confirmado o altíssimo valor gasto com os famigerados cartuchos, que tal começar a economizar 20% nas suas impressões?
É isso que a SPRANQ Ecofont propõe, uma fonte ecológica que pode ser facilmente instalada no seu computador e que quando usada para impressão, consome 1/5 a menos de tinta. Isso é feito por meio de círculos mínimos (praticamente invisíveis a olho nu) que são 'retirados' da letra na impressão, gastando assim, menos tinta.
Vale a pena testar, eu já instalei no meu!

domingo, 16 de agosto de 2009

Pensar Globalmente e Agir Localmente


Comprar local.

Ainda não vi nenhum sinal visível (entenda-se por visível: na mídia formal) desse tema - aqui no Brasil - que está bombando nos EUA. Para terem uma idéia do que se trata recortei e colei aqui um fragmento de texto de um blog que acompanho, o Sustentável é Pouco de Denis Russo. Ele é ótimo, escreve uma coluna na minha revista favorita (Vida Simples) e mantém esse blog ‘verde’ direto de NYC.

“...O fato é que “comprar local” não significa ir para a loja local de uma grande cadeia – significa gastar seu dinheiro numa pequena empresa cujo dono mora perto de você. Ao fazer isso, você garante que o dinheiro ficará no seu bairro. Ou seja, você acaba sendo indiretamente favorecido (...) Comprar local também ajuda a fortalecer a classe média – o dinheiro premia pequenos empreendedores, em vez de ir parar nas mãos de executivos engravatados dos infinitos níveis hierárquicos das grandes corporações. Sem falar que incentivar o comércio local pode reduzir a emissão de carbono, ao diminuir a necessidade de transportar produtos por grandes distâncias. E, no meio da crise cataclísmica que está assolando o país, cidades com comércio local mais forte estão se saindo melhor do que lugares altamente dependentes de redes e corporações

Aqui em Poa existem diversas maneiras de praticarmos a “Compra Local”. Certamente em algum dia da semana uma das ruas do seu bairro será premiada com uma bela feira de produtos orgânicos, se olhar atentamente nos quarteirões próximos a sua casa é provável que você ache um atelier de costura bem pequenino onde as costureiras morem na sobreloja, uma videolocadora cujos donos também são moradores do bairro, um boteco que vende quase tudo que procuramos no supermercado e ainda oferece um gostoso almoço a quilo, enfim, uma infinidade de produtos e serviços que atendem a todas as nossas necessidades e ainda nos popupam do transito e ajudam a fortalecer a classe média local.

Então, precisa de mais algum motivo para trocar aquele velho xópim da zona norte pelo mercado da esquina?