Recentemente tive um probleminha de ordem muscular que me deixou sem poder caminhar (direito) por mais de um mês. Usando uma botinha ortopédica e me mantendo fiel às sessões de fisioterapia, 45 dias depois estava boa.
Bom, agora está tudo certo, mas durante esses 45 dias tive que cumprir uma tarefa que me deixava extrememente incomodada - pelas suas consequencias. Trata-se do "contraste" uma espécie de choque térmico que aplicamos no corpo por meio da alternância de água gelada e fervente, com o objetivo de diminuir o edema e melhorar a circulação. Como a minha lesão era na panturrilha, duas vezes por semana eu precisava emergir minha perna (até a altura do músculo avariado) em duas bacias, alternadamente, ambas com aproximadamente 15 litros de água. Depois de toda a função (quente/frio/quente/frio até o quente ficar frio e vice versa) vinha a dor no coração: o que fazer com aquela água toda? Agua limpinha... não podia simplesmente despejar ralo abaixo!
No primeiro dia confesso que acabei fazendo isso, por total falta de ideia... o que quase me fez desisitir de prosseguir o tratamento. Na semana seguinte, recuperada do choque, eis que surge uma luz: vou usar essa água para lavar a roupa. Simples assim, bastou erguer as bacias até a altura do tanque da máquina, despejar e ligá-la. Voilá, reuso da água e bola pra frente no tratamento!
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sábado, 19 de dezembro de 2009
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
COMO DESCOBRIR VAZAMENTOS DE ÁGUA
1. Teste do vaso sanitário
Jogue cinza de cigarro no vaso sanitário. Ou melhor..."em tempos em que se fala tanto em saúde e em parar de fumar, que tal substituir as cinzas de cigarro por pó de café?? O efeito é o mesmo e a natureza agradece". Se a cinza ou pó ficar parada no fundo do vaso não há vazamento. Se a cinza ou pó derreter ou desaparecer é sinal que há vazamento na válvula ou na caixa de descarga. Nesse caso, é preciso trocar a válvula.
2. Teste da caixa d’água
Deixe o registro do cavalete aberto.Feche todas as torneiras da casa e não use o banheiro.Vá na caixa d’água e puxe a bóia para cima e depois amarre um barbante nela para ficar presa. Isso não deixa a água da rua entrar na caixa.Com um giz ou lápis, faça um risco na parede da caixa onde está o nível da água (bem no lugar onde a água acaba, perto da tampa, se a caixa estiver bem cheia).Espere uma hora e veja se o nível de água baixou. Se o risco do lápis não está beirando a água, é porque existem vazamentos nos canos que saem da caixa d’água.
3. Teste do copinho d’água
Feche o registro do cavalete do hidrômetro. Abra uma torneira ligada diretamente na água que vem da rua, que não recebe água da caixa. Geralmente, a torneira no tanque de lavar roupas é assim.Espere a água parar de sair da torneira. Como o registro do cavalete está fechado, essa água é a que estava nos canos (entre o cavalete e a torneira). Não use o banheiro.Depois coloque um copo cheio d’água na boca da torneira.Se a torneira chupar a água do copo, há vazamento no cano que enche a caixa d’água. Aí o jeito é quebrar o chão e descobrir onde está o vazamento.
fonte: http://www.organizesuavida.com.br/.
Jogue cinza de cigarro no vaso sanitário. Ou melhor..."em tempos em que se fala tanto em saúde e em parar de fumar, que tal substituir as cinzas de cigarro por pó de café?? O efeito é o mesmo e a natureza agradece". Se a cinza ou pó ficar parada no fundo do vaso não há vazamento. Se a cinza ou pó derreter ou desaparecer é sinal que há vazamento na válvula ou na caixa de descarga. Nesse caso, é preciso trocar a válvula.
2. Teste da caixa d’água
Deixe o registro do cavalete aberto.Feche todas as torneiras da casa e não use o banheiro.Vá na caixa d’água e puxe a bóia para cima e depois amarre um barbante nela para ficar presa. Isso não deixa a água da rua entrar na caixa.Com um giz ou lápis, faça um risco na parede da caixa onde está o nível da água (bem no lugar onde a água acaba, perto da tampa, se a caixa estiver bem cheia).Espere uma hora e veja se o nível de água baixou. Se o risco do lápis não está beirando a água, é porque existem vazamentos nos canos que saem da caixa d’água.
3. Teste do copinho d’água
Feche o registro do cavalete do hidrômetro. Abra uma torneira ligada diretamente na água que vem da rua, que não recebe água da caixa. Geralmente, a torneira no tanque de lavar roupas é assim.Espere a água parar de sair da torneira. Como o registro do cavalete está fechado, essa água é a que estava nos canos (entre o cavalete e a torneira). Não use o banheiro.Depois coloque um copo cheio d’água na boca da torneira.Se a torneira chupar a água do copo, há vazamento no cano que enche a caixa d’água. Aí o jeito é quebrar o chão e descobrir onde está o vazamento.
fonte: http://www.organizesuavida.com.br/.
domingo, 31 de maio de 2009
Cobrança pela água
A água, bem finito, indispensável para a vida humana na terra e tão desperdiçada por nós! Fiquei feliz em saber que na Austrália a questão do desperdício é tratada com um pouco mais de seriedade do que aqui. Nada de oba-oba ao ligar as torneiras, a água no novíssimo continente é controlada pelo poder público. Cada residência tem sua cota (vou ficar devendo os números) mas ao extrapolar o referido valor o consumidor começa a desembolsar, e bem! O recíproco também é verdadeiro: economizou água, ficou com crédito. Sim, se o consumo mensal for abaixo da cota permitida o sujeito recebe o crédito pela água economizada, que pode até ser vendida para o vizinho.Assim sendo, imagino que os australianos não usem a mangueira para varrer as folhas na calçada nem escovem os dentes com a torneira aberta. Alguém discorda que cobrar mais de quem gasta mais seja uma boa ideia? Eu não.
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