Fotografia: Rosi Boninsegna
domingo, 24 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
domingo, 17 de janeiro de 2010
Quem não tem telhado de vidro?
Luz...
Palavrinha simples essa visto que está normalmente ao alcance das mãos: basta clicar no interruptor.
No entanto, só nos damos conta da real importância dela quando ficamos no escuro, sem alternativas senão a velha e boa luz de velas ou pior, quando percebemos os impactos que hidrelétricas/termelétricas/usinas nucleares (responsáveis pela geração de energia no Brasil) podem fazer no meio ambiente para possibilitar que tenhamos à nossa disposição, 24 horas por dia, energia elétrica.
Bom, este post não propõe um retorno aos tempos do lampião tampouco a negação do conforto que a energia elétrica nos proporciona hoje como ar condicionado, microondas, televisão, rádio, etc... trata-se apenas de uma dica - singela - de economia.
Sim, porque parece que enquanto não apertar no bolso o brasileiro não se convence que alguns recursos naturais são finitos e devem ser usados com racionalidade... mas bem, divido aqui com vocês minha experiência de uso racional da energia.
Palavrinha simples essa visto que está normalmente ao alcance das mãos: basta clicar no interruptor.
No entanto, só nos damos conta da real importância dela quando ficamos no escuro, sem alternativas senão a velha e boa luz de velas ou pior, quando percebemos os impactos que hidrelétricas/termelétricas/usinas nucleares (responsáveis pela geração de energia no Brasil) podem fazer no meio ambiente para possibilitar que tenhamos à nossa disposição, 24 horas por dia, energia elétrica.
Bom, este post não propõe um retorno aos tempos do lampião tampouco a negação do conforto que a energia elétrica nos proporciona hoje como ar condicionado, microondas, televisão, rádio, etc... trata-se apenas de uma dica - singela - de economia.
Sim, porque parece que enquanto não apertar no bolso o brasileiro não se convence que alguns recursos naturais são finitos e devem ser usados com racionalidade... mas bem, divido aqui com vocês minha experiência de uso racional da energia.
Essa é a minha casa na praia, com seu pé direito duplo e todos os prós e contras do mesmo. Parece mentira mas passaram-se 20 anos até que nos déssemos conta de que a luz que era produzida as custas de 6 lâmpadas incandescentes poderia vir de graça, do céu!
No momento em que o telhado precisou ser trocado, seis telhas opacas de cimento deram lugar a seis telhas translúcidas que possibilitaram uma iluminação inédita na sala. O lustre que, antes era imprescindível, tornou-se apenas um elemento decorativo.
Uma ação simples, de baixo custo e grande resultado... ao alcance das mãos!
sábado, 19 de dezembro de 2009
Fisioterapia sem culpa
Recentemente tive um probleminha de ordem muscular que me deixou sem poder caminhar (direito) por mais de um mês. Usando uma botinha ortopédica e me mantendo fiel às sessões de fisioterapia, 45 dias depois estava boa.
Bom, agora está tudo certo, mas durante esses 45 dias tive que cumprir uma tarefa que me deixava extrememente incomodada - pelas suas consequencias. Trata-se do "contraste" uma espécie de choque térmico que aplicamos no corpo por meio da alternância de água gelada e fervente, com o objetivo de diminuir o edema e melhorar a circulação. Como a minha lesão era na panturrilha, duas vezes por semana eu precisava emergir minha perna (até a altura do músculo avariado) em duas bacias, alternadamente, ambas com aproximadamente 15 litros de água. Depois de toda a função (quente/frio/quente/frio até o quente ficar frio e vice versa) vinha a dor no coração: o que fazer com aquela água toda? Agua limpinha... não podia simplesmente despejar ralo abaixo!
No primeiro dia confesso que acabei fazendo isso, por total falta de ideia... o que quase me fez desisitir de prosseguir o tratamento. Na semana seguinte, recuperada do choque, eis que surge uma luz: vou usar essa água para lavar a roupa. Simples assim, bastou erguer as bacias até a altura do tanque da máquina, despejar e ligá-la. Voilá, reuso da água e bola pra frente no tratamento!
Bom, agora está tudo certo, mas durante esses 45 dias tive que cumprir uma tarefa que me deixava extrememente incomodada - pelas suas consequencias. Trata-se do "contraste" uma espécie de choque térmico que aplicamos no corpo por meio da alternância de água gelada e fervente, com o objetivo de diminuir o edema e melhorar a circulação. Como a minha lesão era na panturrilha, duas vezes por semana eu precisava emergir minha perna (até a altura do músculo avariado) em duas bacias, alternadamente, ambas com aproximadamente 15 litros de água. Depois de toda a função (quente/frio/quente/frio até o quente ficar frio e vice versa) vinha a dor no coração: o que fazer com aquela água toda? Agua limpinha... não podia simplesmente despejar ralo abaixo!
No primeiro dia confesso que acabei fazendo isso, por total falta de ideia... o que quase me fez desisitir de prosseguir o tratamento. Na semana seguinte, recuperada do choque, eis que surge uma luz: vou usar essa água para lavar a roupa. Simples assim, bastou erguer as bacias até a altura do tanque da máquina, despejar e ligá-la. Voilá, reuso da água e bola pra frente no tratamento!
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Bioma Pampa
Vale reservar alguns minutinhos para assistir o video sobre o Bioma Pampa.
Os animais, a flora e a velha confusão do que realmente sempre foi campo ou era floresta e foi desmatado está bem explicadinho. Recomendo.
Os animais, a flora e a velha confusão do que realmente sempre foi campo ou era floresta e foi desmatado está bem explicadinho. Recomendo.
domingo, 30 de agosto de 2009
Fonte ecológica
Acho que todo mundo tem uma ideia de como é caro um cartucho de tinta, não?
Eu confesso que tinha uma noção, mas fiquei impressionada com o comparativo abaixo - que recebi por e-mail.
Um Cartucho HP, com míseros 10ml de tinta custa entre 70 e 80 reais, certo? Isso dá 8 reais por mililitro... só a título de comparação, Champagne Veuve Clicquot City Travelle custa por mililitro aproximadamente um real (oito vezes menos)!
Fazendo as contas (assim por cima) com o valor gasto por um litro do precioso líquido de tinta podemos comprar aproximadamente:
- 300gr de OURO;
- 3 TVs de Plasma de 42;
- 45 impressoras que utilizam este cartucho;
- 4 notebooks;
- 8 Micros Intel com 256 MB
- entre tantas outras coisas!
Então, confirmado o altíssimo valor gasto com os famigerados cartuchos, que tal começar a economizar 20% nas suas impressões?
É isso que a SPRANQ Ecofont propõe, uma fonte ecológica que pode ser facilmente instalada no seu computador e que quando usada para impressão, consome 1/5 a menos de tinta. Isso é feito por meio de círculos mínimos (praticamente invisíveis a olho nu) que são 'retirados' da letra na impressão, gastando assim, menos tinta.
Vale a pena testar, eu já instalei no meu!
Eu confesso que tinha uma noção, mas fiquei impressionada com o comparativo abaixo - que recebi por e-mail.
Um Cartucho HP, com míseros 10ml de tinta custa entre 70 e 80 reais, certo? Isso dá 8 reais por mililitro... só a título de comparação, Champagne Veuve Clicquot City Travelle custa por mililitro aproximadamente um real (oito vezes menos)!
Fazendo as contas (assim por cima) com o valor gasto por um litro do precioso líquido de tinta podemos comprar aproximadamente:
- 300gr de OURO;
- 3 TVs de Plasma de 42;
- 45 impressoras que utilizam este cartucho;
- 4 notebooks;
- 8 Micros Intel com 256 MB
- entre tantas outras coisas!
Então, confirmado o altíssimo valor gasto com os famigerados cartuchos, que tal começar a economizar 20% nas suas impressões?
É isso que a SPRANQ Ecofont propõe, uma fonte ecológica que pode ser facilmente instalada no seu computador e que quando usada para impressão, consome 1/5 a menos de tinta. Isso é feito por meio de círculos mínimos (praticamente invisíveis a olho nu) que são 'retirados' da letra na impressão, gastando assim, menos tinta.
Vale a pena testar, eu já instalei no meu!
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Pontal do Estaleiro - votação
Dia 23 vote não.
Defendam a cidade de Porto Alegre contra a especulação imobiliária. Uma especulação que visa a privatização da orla para uso misto (residencial e comercial) permitindo a construção de espigões (seis prédios iguais ao nosso Hospital de Clínicas!) em APP (Área de Preservação Permanente) e descaracterizando de forma grosseira o maior patrimônio natural dos porto-alegrenses: o Rio Guaíba.
Na Consulta Popular do próximo dia 23 de agosto, a vitória do SIM significa aprovação da lei complementar nº 006/2008, que derruba da lei complementar nº 470/2002, que prevê apenas uso comercial, com construções de até três pavimentos, com finalidade turística (gastronomia, bares), cultural (anfiteatro, cinemas, teatros), educativa (memorial do Guaíba, escola náutica), esportiva (quadras poliesportivas) e ambiental (parque público de acesso livre à população).
Por isso, estamos engajados pela vitória do NÃO, para que os empreenderores obedeçam a lei complementar nº 470/2002 e revitalizem aquela área com respeito a natureza e a qualidade de vida. E para que esse modelo de cidade com espigões, do centro até a 3º Perimetral, receba da população, de todos os bairros da cidade, um sonoro NÃO.
Acompanhe pelos jornais os locais de votação.
Dia 23 de Agosto, participe da Consulta Popular e vote: NÃO AO PONTAL!
texto de: João Volino Corrêa
Presidente AMA
Defendam a cidade de Porto Alegre contra a especulação imobiliária. Uma especulação que visa a privatização da orla para uso misto (residencial e comercial) permitindo a construção de espigões (seis prédios iguais ao nosso Hospital de Clínicas!) em APP (Área de Preservação Permanente) e descaracterizando de forma grosseira o maior patrimônio natural dos porto-alegrenses: o Rio Guaíba.
Na Consulta Popular do próximo dia 23 de agosto, a vitória do SIM significa aprovação da lei complementar nº 006/2008, que derruba da lei complementar nº 470/2002, que prevê apenas uso comercial, com construções de até três pavimentos, com finalidade turística (gastronomia, bares), cultural (anfiteatro, cinemas, teatros), educativa (memorial do Guaíba, escola náutica), esportiva (quadras poliesportivas) e ambiental (parque público de acesso livre à população).
Por isso, estamos engajados pela vitória do NÃO, para que os empreenderores obedeçam a lei complementar nº 470/2002 e revitalizem aquela área com respeito a natureza e a qualidade de vida. E para que esse modelo de cidade com espigões, do centro até a 3º Perimetral, receba da população, de todos os bairros da cidade, um sonoro NÃO.
Acompanhe pelos jornais os locais de votação.
Dia 23 de Agosto, participe da Consulta Popular e vote: NÃO AO PONTAL!
texto de: João Volino Corrêa
Presidente AMA
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