sábado, 1 de maio de 2010

Minhoca pra que te quero?!

Acabei de adquirir um minhocário!
Será esse o nome correto?
Bueno, trata-se de uma 'casinha' de minhocas em 3 andares, onde depositamos o lixo orgânico para que ele se transforme em humus + biofertilizante - por conta da digestão de famintas minhoquinhas!

Comprei pelo catálogo, deve chegar aqui em casa semana que vem.

Aguardem o teste.
Em breve conto tudinho!

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Corujas de Torres - A SAGA...

Pelo terceiro ano consecutivo um casal de corujas-buraqueiras escolhe o mesmo local para nidificar na praia de Torres. O lugar seria muito bom não fosse muito próximo ao trajeto para a praia dos veranistas.

Cansada de ver a pobre família sofrer o assédio diário de curiosos e desavisados, que sem saber do que se tratava aquele buraco no chão simplesmente passavam por cima ignorando o desespero da mãe-coruja, que se esganiçava tentando espantar as 'ameaças' aos seus filhotes, resolvi fazer alguma coisa.

Pintei uma placa.
Apesar de estar de uma vez por todas anunciando que ali se encontravam os animais, achei por bem instalar a placa, pelo menos não seria por falta de aviso que aquele ninho seria depredado.

Não satisfeita, liguei para a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e pedi ajuda. Fui prontamente atendida, no dia seguinte o local estava isolado com fita zebrada.

Depois de muita pose e muita foto, os 4 filhotes foram crescendo, crescendo... até que um não se deu muito bem e acabou sendo atropelado por um carro na av. Beira Mar.
Mas tudo bem, passado o luto, segue a vida para o restante da família.


Agarradinhos no fio de luz, aos poucos os filhotes foram aprendendo a voar. No início meio desajeitados, mas com muita paciência da mãe e do pai coruja, conseguiram chegar até as dunas para iniciar sua maratona de caça aos carangueijos.

Onde elas estão hoje?

Abandonaram o ninho e foram vistas voando por cima das dunas de areia... que se multipliquem e encham de graça o céu de Torres, e de todas as outras praias.

Fotos por: Rosi Boni

domingo, 24 de janeiro de 2010

Torres também tem as suas...

Fotografia: Rosi Boninsegna

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

domingo, 17 de janeiro de 2010

Quem não tem telhado de vidro?

Luz...

Palavrinha simples essa visto que está normalmente ao alcance das mãos: basta clicar no interruptor.


No entanto, só nos damos conta da real importância dela quando ficamos no escuro, sem alternativas senão a velha e boa luz de velas ou pior, quando percebemos os impactos que hidrelétricas/termelétricas/usinas nucleares (responsáveis pela geração de energia no Brasil) podem fazer no meio ambiente para possibilitar que tenhamos à nossa disposição, 24 horas por dia, energia elétrica.


Bom, este post não propõe um retorno aos tempos do lampião tampouco a negação do conforto que a energia elétrica nos proporciona hoje como ar condicionado, microondas, televisão, rádio, etc... trata-se apenas de uma dica - singela - de economia.


Sim, porque parece que enquanto não apertar no bolso o brasileiro não se convence que alguns recursos naturais são finitos e devem ser usados com racionalidade... mas bem, divido aqui com vocês minha experiência de uso racional da energia.


Essa é a minha casa na praia, com seu pé direito duplo e todos os prós e contras do mesmo. Parece mentira mas passaram-se 20 anos até que nos déssemos conta de que a luz que era produzida as custas de 6 lâmpadas incandescentes poderia vir de graça, do céu!

No momento em que o telhado precisou ser trocado, seis telhas opacas de cimento deram lugar a seis telhas translúcidas que possibilitaram uma iluminação inédita na sala. O lustre que, antes era imprescindível, tornou-se apenas um elemento decorativo.

Uma ação simples, de baixo custo e grande resultado... ao alcance das mãos!

sábado, 19 de dezembro de 2009

Fisioterapia sem culpa

Recentemente tive um probleminha de ordem muscular que me deixou sem poder caminhar (direito) por mais de um mês. Usando uma botinha ortopédica e me mantendo fiel às sessões de fisioterapia, 45 dias depois estava boa.
Bom, agora está tudo certo, mas durante esses 45 dias tive que cumprir uma tarefa que me deixava extrememente incomodada - pelas suas consequencias. Trata-se do "contraste" uma espécie de choque térmico que aplicamos no corpo por meio da alternância de água gelada e fervente, com o objetivo de diminuir o edema e melhorar a circulação. Como a minha lesão era na panturrilha, duas vezes por semana eu precisava emergir minha perna (até a altura do músculo avariado) em duas bacias, alternadamente, ambas com aproximadamente 15 litros de água. Depois de toda a função (quente/frio/quente/frio até o quente ficar frio e vice versa) vinha a dor no coração: o que fazer com aquela água toda? Agua limpinha... não podia simplesmente despejar ralo abaixo!
No primeiro dia confesso que acabei fazendo isso, por total falta de ideia... o que quase me fez desisitir de prosseguir o tratamento. Na semana seguinte, recuperada do choque, eis que surge uma luz: vou usar essa água para lavar a roupa. Simples assim, bastou erguer as bacias até a altura do tanque da máquina, despejar e ligá-la. Voilá, reuso da água e bola pra frente no tratamento!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Bioma Pampa

Vale reservar alguns minutinhos para assistir o video sobre o Bioma Pampa.
Os animais, a flora e a velha confusão do que realmente sempre foi campo ou era floresta e foi desmatado está bem explicadinho. Recomendo.